Mentira tem perna curta!
Conversa que merece um post:
Esses dias um sujeito me adiciona no msn afim de saber informações sobre a vaga de designer que rolava na Swapi.
Aí vai uma dica pra quem procura emprego: NUNCA MINTA NO SEU CURRÍCULUM, VOCÊ PODE SER DESMASCARADO.
(…)
EU:
Cara, no seu curriculum tem dizendo que você trabalhou na IIndex, faz quanto tempo que você trabalhou lá? Quer dizer que você conhece Jow (Jow, vulgo Johnatan era um dos sócios da IIndex) né?
ELE:
É cara, eu só prestava serviço pra eles, fazia as coisas em casa e enviava pra lá.
(…)
DIAS DEPOIS….
(…)
EU:
Sim velho, com quem era seu contato na IIndex?
ELE:
Cara, com Marcos e João.
EU:
Velho, eu trabalhei um bom tempo na IIndex, e não existiu ninguém com esses nomes lá. Ninguém mesmo.
ELE:
Só se eles mentiram o nome pra mim.
(…)
Conclusão: Mentira tem perna curta!!!
Postado em Descategorizado | Comentários (0)Mídias sociais ou anti-sociais?
No final de semana foi aberta uma discursão interessante no EDTED (Encontro de Designe e Tecnologia) promovido pela editora Arteccon lá na “Baêa”, mais especificamente numa Salvador alagada pela chuva da manhã do sábado.
Pois bem, a discursão rolou em torno das famosas redes sociais, que hoje são a bola da vez na publicidade, no marketing, na tv, nas rodas de conversa e nos mais distantes lugares do planeta. Lugares mais distantes do planeta? Será?
A partir desse último assunto foram levantadas questões muito pertinentes relacionadas às ferramentas que compõe a teia. Será que as redes sociais são realmente sociais? O proveito de ferramentas como Twitter por exemplo atinge qual parcela da população?
Alguns dos participantes da mesa redonda que foi organizada no evento defenderam a ferro e fogo o uso das ferramentas para “comunicar” (sim alguns deles “vendem” ou prestam assessoria em mídia social), outros já tiveram uma posição mais sensata a exemplo do publicitário Michel Lent da Ogilvy Interactive que comparou o Twitter ao Second Life. Segundo o próprio Lent, o Twitter hoje ocupa a capa das revistas que o Second Life ocupou no passado, e consequentemente a mesma posição no mercado, dessa forma corre o mesmo risco de ser esquecido.
O papo rendeu tanto que começaram os questionamentos até sobre inclusão digital e sobre as condições sociais do nosso país. Sim, existem lugares no Brasil que não têm água, energia, saneamento básico e a internet não escapa disso! Outro ponto é o nível de analfabetismo e ausência de educação digital da população.
Em minha singela opinião as ferramentas oferecidas hoje gratuitamente com o intuito de agregar informação e conhecimento aos usuários de internet tem sido usadas por alguns de uma forma errada e por isso vem perdendo o sentido da própria existência. Algumas das interferências geradas trazem resultados benéficos, e por sua vez vem a complementar no crescimento e proveito dessas ferramentas, mas o uso saturado dos recursos acabam destruindo e fazendo que cada vez mais os sites, e aplicações caiam em desuso. Isso tem acontecido com o Orkut, o Twitter, Facebook e vai continuar acontecendo enquanto não houver uma conscientização.
O uso das redes sociais para colaborar na inclusão digital e social seria sim uma boa alternativa para o país. Paralelamente a conscientização dos profissionais de mídia, sejam eles publicitários, marketeiros, jornalistas, gerentes de conteúdo, e demais hypes tem a mesma importância. Evitar a perpetuação de mais um foco de poluição (vide a sonora e a visual as quais nos são impostas inconscientemente) em um ambiente no qual deveríamos ter a liberdade de filtrar o que desejamos consumir é hoje um dos desafios impostos por esse crescimento acelerado das redes sociais e do proveito que muitos têm tirado.
Acho isso, e mais um pouco.
ps.: não sou o carrasco do Twitter e de nenhuma das ferramentas citadas, uso algumas delas (inclusive o passarinho) e seria hipocrisia dizer que elas não tem sua parcela de utilidade no dia-a-dia de alguém que vive quase imerso no ambiente digital.
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