O último do ano
Então! Cá estou eu para escrever um dos meus poucos posts de 2009, o último deles.
É de se esperar que o post de fechamento do ano seja falando sobre o ano. E não será diferente! Sim, eu sou um clichê, batido, repetitivo e muito previsível.
Dois mil e nove foi um ano até legal, recheado de coisas muito boas, e coisas muito ruins. Evolui no profissional, mas passei a trabalhar mais, o que implica numa redução de vida social. O tempo parece que a cada ano se torna mais curto, e as horas hoje são minutos pra mim. Sobre tempo, acho que até deu tempo de rever alguns conceitos e formar algumas ideias novas, aliás, esse ano até as ideias mudaram (elas eram acentuadas – piada podre), isso foi em 2009?
Parece que tive mais de dois mil desafios nos 300 e tantos dias que se passaram, alguns deles ainda estão aqui na minha frente, feito oponentes gritando “vem otário, dá o primeiro murro!”, e eu não sei se ainda tenho esse fôlego todo!
Tudo bem, não farei uma daquelas listinhas de objetivos a serem cumpridos no próximo ano, prefiro ir escolhendo esses objetivos aleatoriamente nesse meu caos organizado, como quem com uma venda nos olhos, põe a mão numa caixinha pra escolher uma dos papéizinhos que tem um desafio escrito.
O que eu mais disse esse ano?
“É foda!”
O que mais ouvi?
“Não” e “Deixe de ser pra baixo”
O que li?
Poucas coisas, mas pelo menos as li. Levo prao o próximo ano o desafio de terminar de ler “Gerra e Paz” de Tolstói
O que pensei?
Tanta coisa estúpida que dá vergonha de dizer.
Bom… e assim se vai o ano das coisas novas e velhas, das realizações, decepções e do esquecimento, do stress e o ano mais desafiador dos últimos tempos.
Postado em Descategorizado | Comentários (0)Mentira tem perna curta!
Conversa que merece um post:
Esses dias um sujeito me adiciona no msn afim de saber informações sobre a vaga de designer que rolava na Swapi.
Aí vai uma dica pra quem procura emprego: NUNCA MINTA NO SEU CURRÍCULUM, VOCÊ PODE SER DESMASCARADO.
(…)
EU:
Cara, no seu curriculum tem dizendo que você trabalhou na IIndex, faz quanto tempo que você trabalhou lá? Quer dizer que você conhece Jow (Jow, vulgo Johnatan era um dos sócios da IIndex) né?
ELE:
É cara, eu só prestava serviço pra eles, fazia as coisas em casa e enviava pra lá.
(…)
DIAS DEPOIS….
(…)
EU:
Sim velho, com quem era seu contato na IIndex?
ELE:
Cara, com Marcos e João.
EU:
Velho, eu trabalhei um bom tempo na IIndex, e não existiu ninguém com esses nomes lá. Ninguém mesmo.
ELE:
Só se eles mentiram o nome pra mim.
(…)
Conclusão: Mentira tem perna curta!!!
Postado em Descategorizado | Comentários (0)Mídias sociais ou anti-sociais?
No final de semana foi aberta uma discursão interessante no EDTED (Encontro de Designe e Tecnologia) promovido pela editora Arteccon lá na “Baêa”, mais especificamente numa Salvador alagada pela chuva da manhã do sábado.
Pois bem, a discursão rolou em torno das famosas redes sociais, que hoje são a bola da vez na publicidade, no marketing, na tv, nas rodas de conversa e nos mais distantes lugares do planeta. Lugares mais distantes do planeta? Será?
A partir desse último assunto foram levantadas questões muito pertinentes relacionadas às ferramentas que compõe a teia. Será que as redes sociais são realmente sociais? O proveito de ferramentas como Twitter por exemplo atinge qual parcela da população?
Alguns dos participantes da mesa redonda que foi organizada no evento defenderam a ferro e fogo o uso das ferramentas para “comunicar” (sim alguns deles “vendem” ou prestam assessoria em mídia social), outros já tiveram uma posição mais sensata a exemplo do publicitário Michel Lent da Ogilvy Interactive que comparou o Twitter ao Second Life. Segundo o próprio Lent, o Twitter hoje ocupa a capa das revistas que o Second Life ocupou no passado, e consequentemente a mesma posição no mercado, dessa forma corre o mesmo risco de ser esquecido.
O papo rendeu tanto que começaram os questionamentos até sobre inclusão digital e sobre as condições sociais do nosso país. Sim, existem lugares no Brasil que não têm água, energia, saneamento básico e a internet não escapa disso! Outro ponto é o nível de analfabetismo e ausência de educação digital da população.
Em minha singela opinião as ferramentas oferecidas hoje gratuitamente com o intuito de agregar informação e conhecimento aos usuários de internet tem sido usadas por alguns de uma forma errada e por isso vem perdendo o sentido da própria existência. Algumas das interferências geradas trazem resultados benéficos, e por sua vez vem a complementar no crescimento e proveito dessas ferramentas, mas o uso saturado dos recursos acabam destruindo e fazendo que cada vez mais os sites, e aplicações caiam em desuso. Isso tem acontecido com o Orkut, o Twitter, Facebook e vai continuar acontecendo enquanto não houver uma conscientização.
O uso das redes sociais para colaborar na inclusão digital e social seria sim uma boa alternativa para o país. Paralelamente a conscientização dos profissionais de mídia, sejam eles publicitários, marketeiros, jornalistas, gerentes de conteúdo, e demais hypes tem a mesma importância. Evitar a perpetuação de mais um foco de poluição (vide a sonora e a visual as quais nos são impostas inconscientemente) em um ambiente no qual deveríamos ter a liberdade de filtrar o que desejamos consumir é hoje um dos desafios impostos por esse crescimento acelerado das redes sociais e do proveito que muitos têm tirado.
Acho isso, e mais um pouco.
ps.: não sou o carrasco do Twitter e de nenhuma das ferramentas citadas, uso algumas delas (inclusive o passarinho) e seria hipocrisia dizer que elas não tem sua parcela de utilidade no dia-a-dia de alguém que vive quase imerso no ambiente digital.
Postado em Descategorizado, Internet | Comentários (0)As agências de publicidade invadem a Web
Faz um tempinho que li na revista WebDesigner uma matéria falando a respeito da guerra entre agências de publicidade e agências digitais. O assunto não é o mais atual, mas em alguns mercados as coisas demoram um pouco pra chegar. Aqui em Sergipe a interferência das agências de publicidade na web começou a muito pouco tempo.
A grande causa é justamente o boom das mídias sociais e a penetração dessas agências no meio digital. Hoje em dia os publicitários tentam cada vez mais espalhar as marcas de seus clientes pelos quatro cantos da web, e diante da necessidade de se adaptar a um mercado que requer um pouco de conhecimento específico começam a surgir alguns núcleos de digitas dentro das agências. Por aqui não sei de agências que já tenham núcleos de web, mas pelo jeito que as coisas vão creio que não demore muito pra que comecem a surgir os primeiros.
As diversas ferramentas usadas pelos publicitários como meio de promoção tem sido muito eficientes para atingir seus objetivos, mas o que pesa mais é O OBJETIVO. Insistir em vender a ideia de uma determinada ferramenta para o cliente errado é um dos problemas mais comuns que eu noto. Atualmente inúmeras empresas estão ingressando no Twitter sem sequer analisar se o seu público alvo usa a ferramenta. Tudo isso porque Twitter é tendência, e tá “todo mundo” usando!
Além das redes sociais, a interferência publicitária entra também na criação de sites e hotsites. Expondo minha humilde opinião de designer de web, sugiro que pra criar peças destinadas a web existe uma certa métrica que envolve alguns conceitos que são a base para que um determinado produto seja usado, acessado e funcione de uma forma clara e concisa. É justamente nesse ponto que entram as limitações das agências de publicidade. A maioria das peças que saem de uma agência de publicidade são executadas em meios físicos, por isso não há uma certa preocupação com por exemplo o Browser ou a resolução de tela do target. Na web as coisas são diferentes, e muito diferentes.
Tecnicamente falando, o processo de criação de um site envolve cerca de quatro a cinco procedimentos (planejamento, arquitetura, concepção de layout, desenvolvimento e implantação de sistema), uma simples alteração na fase final de um projeto pode causar um retrabalho do tamanho do mundo, e dependendo do caso é necessário que se inicie um novo projeto quase do zero.
Postado em Descategorizado | Comentários (0)Programação Rock Sertão 7

Padre, pequei!
Gente, nunca mais tinha imaginado que um dia voltaria aos meus primórdios de aprendiz de WebDesigner, não que eu ainda não seja um é claro!
Mas é que esses dias tenho recebido elogios pelo layout do blog do Rock Sertão, e não acho isso muito justo, velho! Por conta da pressão que tá em cima de todo mundo da produção e da necessidade extrema de alguma coisa publicada na web me forcei a alterar um template pronto (muito legal por sinal) que foi projetado por um cara chamado Evan Eckard. Sim isso é quase um pecado mortal, mas está dentro da legalidade porque apesar de tudo o template é free e aberto a modificações.
Bom… o importante é que todo mundo peca na vida e é isso aí! Vejam o resultado final da doideirada no blog do Rock Sertão, e depois vejam abaixo o antes e depois dos layouts.
Abraços!
O Modificado

O Original por Evan Eckard

Post do Mês
É meio bizarro mas nos últimos meses eu só venho escrevendo um post por mês aqui no blog. Talvez seja a falta de tempo, a correria do dia-a-dia ou até mesmo a órbita dos satélites de netuno, aliás, netuno tem satélite!?
É!!! Eu ando meio desligado mesmo como diriam os mutantes.
Enfim… eu passei aqui mesmo só pra dar um “oi”, um sinal de vida e pra dizer que eu ando tão “tão” que nem sei mais qual seria o assunto desse post, só sei que talvez bata a vontade de escrever outro post mais “assuntado”.
Abraços a todos que visitam e não comentam ôrra ninhuma aqui!!!
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